terça-feira, 12 de maio de 2015

"Lugares e Não - Lugares" O Resgatar de Percursos - Vila Real


O Resgatar de Percursos - Vila Real



























- Rua dos Ferreiros -






Rio Corgo - Parque Corgo






 
























Espaço Urbe








Igreja de São Pedro



(Capela Nova)

A Capela dos Clérigos (Capela Nova), defrontando com a Rua Central, e a (Rua Direita)








Sé Catedral


Museu (da Bila Belha)



"Vila Velha" - (Bila Velha)





São Brás






- O por do Sol, Serra do Marão e Alvão -


Kanimambo
Bem - Vindos
Welcome
歓迎

"Momento Shelter" IN-Reflexão


"Momento Shelter"

IN-Reflexão

Onde me encontro, o meu Shelter e o ato "Poesis", como elemento construtivo, e forma criativa.






fragilidade - contemplação - momento


O Objeto Descartável, e o "Abrigo Temporário", inerente ao utensílio que percorre percursos intemporais, resgatando memórias que são desprovidas, emergidas, como se fundidas se tratasse, embrulhado, condicionado, e fechado criando a inquietude inerente ao Objeto que se deixa contemplar expondo-se invocando a sua fragilidade.

Dentro deste contexto de expressão onde me encontro; “O meu Shelter, e o ato “Poesis”, o construtivismo como elemento em exercício, na forma criativa, e na introspecção reflexiva intima, interiorizada, pessoal.

O meu “EU”; De onde emerge elementos visuais, e auditivos sobrepostas com sabores e travos, como se expostas em camadas leyers, apresentados num todo e integrado, momentos em lugares, sensações, tristezas, motivações, vivenciados, registos e marcas do tempo, neste Espaço - Lugar onde me situo,
O Espaço Lugar e Não - Lugar, temporário, possivelmente frágil, mas contemplativo do momento de introspecção na reflexão, momento singular, intimo integrado ou expansivo, motivante, a busca do contato direto com a vida do quotidiano, nos aspectos mais comuns que nos rodeia, relacionamentos resgatados, e descartáveis inerentes a percursos, momentos.

O Elemento Objeto “Copo” , como objecto figurativo de utilidade pessoal ou interpessoal e íntimo, que enquanto como objeto a ser usado usufruído, e impregnado de motivações tactuais, labeal, e factual, o copo de plástico, do agradável ao repugnante estado no seu percurso como objeto; Relaciona- mentos que podem ser descartáveis como copos, depois de serem usados ou inerentes ao processo, perpetuarem no tempo. Memórias de momentos convivências, íntimos ou interpessoais.

O Copo de Plástico como Objeto, fragmentos do meu Shell, forma aplicada do conceito, como objeto envolvente no processo do meu “Shelter”, como estrutura “Embrulho Shelter”.

Esta atitude recoletor, é inerente à sociedade contemporânea em que estamos emergidos por definição; Imposição, aproximando-se de períodos de conturbação social; “Os Após...”.


Uma abordagem experimental emergindo no espaço da Arte Concetual, que me faz exaltar o conceito aplicativo da “Arte Pobre” 1967. “A Arte como intervenção direta”
Referência a artistas da vanguarda, designação dada pelo crítico de arte italiano Germano Celant;

A Arte Pobre, emerge do após guerra, recessão na Europa, Itália, e o após industrialização acelerada, euforia do consumo provocado nos EUA, e Itália nos anos 60, com profundos desequilíbrios sociais.

Processo de Reflexão Conceptual, e Problemática
- o objeto e a forma criativa -

Os objectos impõem-se por si mesmos, criando uma arte de artifício desconcertante, e até provocatória, como nos apresenta na séries “Igloos” de Mário Merz (1925), que dá à obra um caráter de situação, e não como o só Ver o Objeto, a situação apela. Pistoletto, expõem-nos essa inquietude, que apela também á ironia o que se aproximam da arte conceptual. 

Esta reflexão convida-me a uma interpretação do meu “EU”; Momentos Shelter, o compactar e criar um embrulho á minha escala, como forma cubica, atado e lacrado, considerar o Meu “Embrulho Shelter”, expondo-o à sua fragilidade na leveza como estrutura volumétrica, tridimensional, invocando uma contemplação na abstracção imaginária de pequenas inscrições de momentos registadas na base - fundo do objeto copo compactado, onde a luz prevalece, onde a inquietude emerge e questiona-se.



"Embrulho Shelter"











Kanimambo
Bem - Vindos
Welcome
歓迎

Arquivo do blogue

Site - Espaço – Lugar - Blogue

Apresento-me como um Artista Plástico “Autodidata”, que utiliza o registo fotográfico o lápis, pincel, caneta, ou com o simples rato do computador como meios de criar, em movimento linear, recto, ondulante, contorno, elementos visuais, cheios e ou vazios, em que a mancha emerge como forma, que "representam" o ontem hoje ou o amanhã, onde está vincado o mundo real, elementos do Imaginário, místico da minha criatividade, que se acentua na frieza e silêncio do meu "Ser", como sonhador.

Este blogue é dedicado a percursos - Lugares e não Lugares, ao signo das imagens o resgatar e o tomar do espaço e momentos da vida, numa interacção linear de pontos, que nos levam por itinerários de um lugar para outro “Hermes”, marcações que nos transportam por encruzilhadas a lugres de reunião, perpetuados em registos fotográficos ou desenhos.

Experimentações e ensaios que são apresentadas na sua estrutura e instalação, constituído por seis (6) páginas:

1 – página > Inicial “Percursos – Lugares”

2 – página > "Painting"

3 – página > “Espaço Out-Line”;

A linha como forma “Espaço in-reflexo”

4 - página > "O Doce Travo do Índico”;

Kanimambo (Bem-Vindos) ao Lugar Mozambique. A “minha” Terra Natal.

5 - página > Cultura "Sena" - Moçambique

6 - página > Lugar: "destinos irrequietos";

Barcelona 2012